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quinta-feira, 16 de abril de 2015

Alienação total.


-Depois de uma reportagem assustadora da TVI24 nalguns hospitais deste País e da resposta deste senhor aqui ao lado. Só faço uma pergunta, quem é que deveremos levar mais a sério:
-O Secretário do Estado da Saúde ou este digno representante duma actividade circense, chamado de PALHAÇO?

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Grito lancinante.


http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2015-02-04-Nao-me-deixe-morrer-eu-quero-viver-diz-doente-com-hepatite-C-a-Paulo-Macedo

                   Este grito lancinante, hoje lançado, junto de uma audição do senhor Ministro da Saúde, no Parlamento, não é só mais um incidente, naquele espaço que deveria ser de todos os portuguesinhos. Este grito é lançado à sociedade portuguesa, que teima em deixar que estes senhores continuem naquele lugar!

                   -Eu estou farto de ouvir, o senhor Ministro afirmar que a culpa do medicamento não chegar às mãos das pessoas que dele necessitam, com urgência, não é dele. A culpa é da empresa farmacêutica, que pede preços exorbitantes!! -Então, e a frota automóvel que este Governo dispõe, não nos custa um balúrdio? -E as rendas que o executivo concordou pagar à EDP, não são astronómicas? -E o valor que enterramos nas empresas  público-privadas não são exorbitantes? - Eu sei, que em resposta, poderia ouvir entre outras desculpas esfarrapadas, que tudo isto é demagogia barata. Até poderá ser, mas continuo a pensar que gastamos muito dinheiro, só para garantir tachos futuros, dos senhores governantes,enquanto isso, a população morre nos nossos hospitais, por falta de médicos, enfermeiros, fármacos, fecho inusitado de centros de saúde,etc... Estes cortes cegos e assassinos perpetrados, por liberais fora de controlo, terão o seu julgamento... um dia!

                      -Um dia destes, o nosso Primeiro-Ministro afirmou, o que se passa na Grécia, é um conto para crianças. Talvez seja, mas aquilo que hoje assistimos no Parlamento, não é um conto, mas sim uma história real e chocante para adultos. Espero que tenha tido uma audiência atenta e com capacidade de não ter medo de reflectir sobre o que presenciou. Não bate sempre à porta dos outros, por vezes bate na nossa!



segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Voluntários da esperança.

                 Vivemos numa sociedade cheia de pressa. Vivemos num mundo aonde procuramos utensílios para nos facilitar a vida, cada vez mais. Vivemos uma realidade virtual, porque nos apetrechamos de maquinetas que nos deveriam sentir próximos, mas cada vez estamos mais longe uns dos outros. Passamos perto, mas recusamos olhar, com olhos de ver. Apenas, passamos e vamos tratar dos nossos mundinhos.  Temos muitas teorias acerca do que nos rodeia, o que é certo e errado. Temos soluções, mas não passam de meras intenções, porque é difícil olhar para o lado e agir. Digo-vos isto, porque nem sempre é  assim, felizmente para a nossa consciência global. Os voluntários que neste momento se deslocaram do conforto asséptico dos seus cantinhos, para uma zona de alto risco no coração da disseminação de um vírus altamente perigoso, são dignos de não serem incluídos, neste "nosso planeta".
                Apesar das suas protecções, contra o risco de contaminação, estes senhores e senhoras tentam, que através daquelas máscaras, se consiga transmitir alguma forma de humanizar e confortar estas pessoas contaminadas,assustadas e dilaceradas. Estes gestos universais e que muitas vezes pensamos serem  fáceis de cumprir, são nesta especifica situação limite, necessitadas de alguma formação, que as possa ajudar no terreno a agilizar naturalmente o contacto com as vítimas. Assisti com agrado a um documentário da BBC World, sobre este treino dado a médicos, enfermeiros, pessoal auxiliar,etc... que me deixou impressionado, pelo facto da exigência que é necessário pedir aos voluntários, de forma a que estes, estejam preparados para enfrentar situações extremamente difíceis. Não basta a boa vontade, no nosso quotidiano, não temos forma de nos preparar para estas realidades. Temos faculdades para o fazer, mas precisam de ser exercitadas.
                                 Estes voluntários, são a par de muitos outros, noutras partes do mundo, a réstia de esperança de que ainda existe formas de nos sentirmos humanos e de não ficarmos eternamente a olhar para o umbigo.

             

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Fechado para obras

         Agostinho da Silva disse um dia, e passo a citar "A liberdade que há no capitalismo é a do cão preso de dia e solto à noite". Fui buscar esta frase para ilustrar os tempos difíceis que estamos a atravessar. Os nossos governantes, dignos representantes do grande capital, marionetas descalibradas
(a maior parte das vezes!!) dos donos deste País, estão a entregar paulatinamente, a educação, a justiça e a saúde, aos privados. Mais ainda, não deixando possibilidade de um retrocesso fácil. Em nome de um hipotético equilíbrio da nossa economia, continuamos a assistir, à transferência dos serviços a cargo do Estado para empresas de "amigos". Imperceptívelmente, junto ao período estival e com muito futebol à mistura, eles vão continuando as negociatas, sem darem muito nas vistas. As leis vão sendo lançadas em Diário da República, e os portuguesinhos já nem reagem.
      As boas notícias, estão a guardá-las para vésperas das eleições legislativas do próximo ano, entretanto vão arranjando formas de esvaziar o País. Como sempre, vamos assistindo à contestação localizada, hoje meia dúzia de gatos pingados protestam a Sul, depois, amanhã é no outro extremo do território, mas a tudo isso os nossos governantes, vão encolhendo os ombros e reafirmando que são sinais óbvios  e inevitáveis da crise provocada por os desgovernos "socratistas".
        Termino, citando um Nobel que tanta falta nos faz, para pensarmos este nosso Portugal. José Saramago afirmou, "O grande problema do nosso  sistema democrático é que permite fazer coisas nada democráticas, democraticamente."

domingo, 2 de fevereiro de 2014

O lixo escondido da Moody´s.

Na última semana, li no reputado "Finantial Times", um artigo de Peter Wise, que resumidamente, glorificava a nossa recuperação económica. Afirmava, que Portugal está a conseguir sair da maior recessão dos últimos 40 anos, com taxas de crescimento superiores à média europeia, registadas no último semestre do ano transacto. Acrescentando também, a descida da taxa de desemprego, o valor positivo da nossa balança comercial e a queda em todos os prazos dos juros da divida. Eu pergunto, à custa de quem?

- Sem infraestruturas sólidas, não existe economia que se aguente. Necessitamos de uma mudança que não foi executada. Baixando novamente os impostos para valores decentes, todos estes sinais positivos, são meros indicadores provisórios, voltaremos a bater à porta dos nossos credores.

-Esta semana, o nosso querido Primeiro afirmou que a Moody´s (de quem disse cobras e lagartos no passado recente) deu um excelente sinal , para uma possível subida do nosso rating. Esse sinal até poderia ser bom, se fosse fruto, dos primeiros resultados visíveis de uma profunda reforma do EstadoNo meio desta profusa e insistente campanha, o que foi escondido em baixo do tapete?

-Só vou dar alguns exemplos. Continuamos a ter filas de espera nas urgências dos hospitais, muito acima do que é expectável, porque o desinvestimento neste sector é chocante. Os cortes começam a atingir as pessoas que normalmente se dirigiam às unidades de saúde para ter os cuidados básicos em doenças oncológicas! -Os enfermeiros emigram em larga escala, porque não encontram soluções dignas e  os médicos saltam para o privado ou "fingem" estar nos dois lados. Os tribunais estão completamente inoperantes, os processos acumulam-se sem solução à vista e a prometida reforma da justiça ficou mais uma vez na gaveta. O ensino está um caos. Professores desmotivados, equipamentos ou fecham ou estão a cair e o desinvestimento na ciência têm dado nos últimos dias, noticias alarmantes. A atribuição de bolsas é uma vergonha, mais valia mandar estas pessoas procurar financiamento para os seus projectos, algures num país decente. Estes e muitos outros casos, são o lixo que se deseja esconder.

O único assunto, aonde este Governo têm feito um excelente trabalho e de maneira célere, é sem dúvida, esmifrar os nossos bolsos, com  impostos de toda a maneira e feitio!!!-Convinha lembrar no entanto a Passos e Portas, que varrer o "lixo" para baixo do tapete, não vai resultar durante muito tempo, apesar desta enorme vontade de apresentar números bonitos! ´

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Serviço Nacional de quê?


Lanço aqui um desafio que muitas pessoas irão compreender, dadas as circunstâncias. Que tal fazermos uma petição no facebook, para tornarmos possível fazer um transplante urgente do cérebro deste senhor ministro da Saúde?- Extraíamos a sua vertente 100% economicista e em seu lugar colocávamos lá um espírito mais humanista, que no mínimo percebesse deste assunto, alguém com experiência comprovada nesta área sensível.
Quando ouvi as suas declarações sobre a necessidade de reduzir os transplantes por razões económicas, penso que não existam palavras para descrever a minha perplexidade!?- Já desconfiava de que medidas como esta iriam surgir, dado que estamos perante um senhor formado em Organização e Gestão de Empresas, Director Geral do BCP entre 1993 e 98 e que pertenceu à Direcção Geral de Impostos em 2004, quando a Manuela Ferreira Leite era Ministra das Finanças. Portanto com um perfil destes, este senhor percebe tanto de Saúde como a Ministra Cristas percebe de Agricultura. Que existem áreas na Saúde que importa levarem cortes orçamentais urgentes, acredito que sim. Mas nos transplantes????
Mas o PSD cada vez que chega ao poder, já nos habituou a estas fugas à realidade. Lembro-me do caso dos hemofílicos com a Leonor Beleza, uma das páginas mais negras da justiça portuguesa, por falta de coragem no momento da decisão. Lembro-me também, daquela precipitada manobra do Ministro Luís Filipe Pereira, no Governo de Durão Barroso que de repente quis acabar com as listas de espera para intervenções cirúrgicas, cometeram-se aí "atrocidades" por falta de ponderação e sentido de responsabilidade.

O cerco aperta em redor daqueles que não tendo possibilidade de recorrer ao privado, têm de "engolir" estas propostas alarves que vão sendo cometidas por senhores que nunca tiveram contacto com a realidade do Serviço Nacional de Saúde e que impunemente vão decretando tudo o que lhes passa pela cabeça. O nosso Primeiro(s) Passos vai continuar a afirmar que o caminho até 2013 vai ser muito difícil, mas eu pergunto mais uma vez. Difícil para quem?- Para os mesmos de certeza, porque o Grupo Mello continua as suas negociatas neste sector da forma que mais lhes convêm. Os 10 Hospitais que o Governo pretende construir no âmbito das chamadas Parcerias Público Privadas abrangerão mais de 1/4 da população portuguesa dentro de 4 anos e nessa altura o nosso SNS não será mais do que uma sigla sem sentido nenhum.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Bébés Ibéricos


A partir de 6 de Junho de 2006, após despacho do Ministério da Saúde algumas maternidades fecharam as suas portas. Os critérios nunca foram bem explicados, mas as soluções são bem evidentes. Ou temos uma fronteira por perto para recorrer a Espanha, como é o caso da zona de Elvas, ou as mães acabam por ter os seus rebentos numa qualquer super ambulância do INEM, no trajecto para o Hospital mais perto.
Graças a estes fechos, sabemos hoje que desde a data em cima indicada, já nasceram 850 crianças, só na Maternidade de Badajoz!-Segundo os seus testemunhos, estas senhoras dizem ter sido excelentemente bem acolhidas, bem assistidas e que os equipamentos ali encontrados não teriam nada a ver com o que se encontra em Portugal mesmo nos hospitais mais centrais. Portanto, se quisermos reflectir sobre este novo fenómeno social, podem estes futuros cidadãos de dupla nacionalidade usufruir de algumas vantagens que só acontecem devido à política do Engenheirinho e seus pares.
Arrepiando caminho, direi eu que no futuro, talvez seja no interior de Portugal, junto á fronteira,que se encontrem oportunidades que no litoral irão escassear?- Apesar dos seus 19% de taxa de desemprego e de se já terem vivido melhores dias, eu acho que daqui por duas décadas muitos destes bebés irão simplesmente optar pela lógica, juntarem-se a nuestros hermanos!!
Esta miscigenação é fruto de políticas erradas que tardam em ser corrigidas, para mal daqueles que não tendo hipótese de recorrerem a Espanha, não se podem virar para o Atlântico...

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Mais uma dor de cabeça.


Estamos a percorrer lentamente a "época parva". Tudo está em banho maria ou antes a banhos no Sul e de novidades estamos falados. Mas algo me chamou a atenção ontem; uma notícia acerca da baixa de preços dos genéricos em 30% a partir de Outubro. O governo desejava esta mudança já em Setembro, mas os carteis instalados no controle dos medicamentos afirmou que era muito cedo e aí o Governo recuou.
Associacão Portuguesa de Genéricos acha que esta medida vai penalizar bastante as empresas, detentoras, (segundo a Associação)de 15% do mercado. Estou em crer que os portuguesinhos estarão preocupados com a viabilidade económica destas empresas farmacêuticas!!!??
A Ministra da Saúde prepara-se para tentar convencê-los de que seria ótimo os consumidores terem acesso ao numero de comprimidos que realmente necessitam , em dosagens precisas. Isto devidamente calculado pelo médico que as subescreve. Eu vivi nos Estados Unidos á cerca de 12 anos e nessa altura era absolutamente normal levantarmos receitas nas farmácias através deste processo, mais do que natural e justo. Menos dispendioso para o Estado e o consumidor escusa de ter uma mini farmácia em casa com restos de medicamentos que vão ficando. Naturalmente em Portugal já foi uma "guerra" para conseguir vender alguns medicamentos nos supermercados quanto mais agora ultrapassar esta questão incólumes. Vai ser preciso coragem

terça-feira, 8 de julho de 2008

Marionetes...


Já repararam que quando o responsável do INEM fez aquelas afirmações não estava consciente da sua responsabilidade no cargo que desempenha. No cargo que ele desempenha geralmente faz-se de "marioneta". Ou seja abana-se a cabecinha conforme a Sra. ministra puxa os fiozinhos. Será que este não aprendeu com o que aconteceu ao ultimo responsavel por este cargo?-
Imaginem se desse na cabeça destes senhores "marionetes", revelarem todas as verdades cá para fora?- O povo ainda ia pensar que não se vai mesmo cumprir a promessa da compra dos tais helicopteros?
- Primeiro fecha-se os centros de saúde, depois faz-se um estudo e mais outro. E outro ainda... Quando se propoe soluções, os autarcas aceitam á condição. Passados meses e muitas mortes por falta de assistência médica, a ministra vêm dizer que se calhar irá reabrir o que já tinha sido fechado.Entretanto o povinho já cansado de tanto ser enganado, já não protesta. Não vale a pena, afinal lutar por um direito pode-lhes custar a fama de serem autistas.
Então voçês nao conseguem descortinar que a saúde só passa a ser uma prioridade deste Governo quando faltarem aì uns 6 meses para as próximas legislativas. As "marionetes" deste país que se acautelem, o prazo para dizer verdades sem consequências politicas terminou, já estamos muito perto de 2009. Cuidado com essa boquinha.

sábado, 28 de junho de 2008

Vamos-lhes tratar da saúde!

Porque razão as pessoas continuam a interrogar-se da possibilidade de fecho de mais uns centros de saúde mais umas maternidades, além de algum hospital central?
Tenho a resposta certa. Somos um povo de brandos costumes e reagimos geralmente fora de tempo ou nunca. O Governo substituiu o Ministro pela Ministra mas a política seguida é exactamente a mesma só que com outra roupagem. Senão vejamos. Para se enganar o povinho vamos mudar as siglas disto tudo. Em vez de SAP (Serviços de Atendimento Permanente) passamos-lhes a chamar SAFP (Serviço de Atendimento Fechado Permanentemente). Estão a ver como os consegui enganar! -Muda-se AS LETRAS e depois eles vão andar aí perdidos até saber o que aquilo quer dizer?
As pessoas que se sentem prejudicadas porque têm de andar Kms por estradas secundárias para chegar a um primeiro socorro, vão para a rua com cartazes. Mas os outros portuguesinhos, das cidades que têm cinco hospitais de roda deles, limitam-se a ver pela televisão nos telejornais as ditas manifestações, com algum interesse e comentam entre dentes"...é o preço da interioridade, e blá , blá, blá..."
Eu tenho a minha teoria. Um pouco confusa e conspiratória. Será que aonde se encerra hoje em dia Hospitais Publicos, amanhã irão inaugurar-se projectos privados?- Quanto é que este Governo arrecada por cada projecto aprovado para os Mello ou os Espirito Santo, etc...na àrea da saúde"? - E as super ambulancias do INEM, quem terá lucrado com esse negócio?- Ora os doentes não são de certeza, já que nem GPS têm para encontrá-los!!!- Só se o Sr. Engenheirinho mais a parceira da Saùde estão á espera de dar um GPS a cada português de forma a que sejam estes a procurar a Super Ambulancia mais próxima?