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domingo, 27 de setembro de 2015

A última Ceia


                 -Apesar de todas as sondagens e estudos de opinião, duvidosos, quero acreditar que esta imagem, represente uma das últimas ceias deste par irrevogável. Judas, representado aqui por Paulo Portas, costumava ficar um pouco mais longe na mesa, mas foi-se aproximando e prepara-se para uma saída à Brutus. Uma faca "espetada" nas costas do seu líder de coligação, quando ele menos esperar.
                  - Sinceramente, não acredito que os portuguesinhos queiram repetir a dose e possam dar a vitória a esta coligação inenarrável.
                  -Eu até compreendo, um número que as sondagens nos têm revelado. A crescente percentagem de indecisos. Muita gente, pensa neste momento, qual a melhor forma de penalizar este Governo e ainda não se decidiram.Ou votando em António Costa e as mudanças serão insignificantes, ou votando num dos partidos mais à esquerda, de forma a não arriscarmos uma maioria absoluta, para nenhum daqueles partidos do costume.

                - No próximo dia 4, apenas tenho medo da abstenção. Desistir do nosso País, não será nunca, uma boa ideia. Vamos votar e deixar que a democracia aconteça. Não se deixem enredar nas teias do inevitável voto útil. Apesar do apreço que toda a comunicação social têm, em "guiar" as nossas opções para caminhos exíguos e rotineiros, vamos por momentos deixar de ter MEDO!

terça-feira, 16 de abril de 2013

Uma aliança impossível!

Quando estamos à beira de um precipício, ocorrem-nos ideias pouco lúcidas. Ultimamente, tenho querido acreditar, baseando-me nas ultimas sondagens, na possibilidade de uma coligação de esquerda, com chances de maioria absoluta no parlamento. O PS farto de entendimentos ao centro e à direita, poderia agora experimentar uma solução de entendimento com o PCP e o Bloco. Para uma pessoa de esquerda como eu, esse seria um cenário interessante.

Com esta direcção bicéfala do BE, essa ténue esperança ganhou novo alento, porque na opinião de Semedo e Catarina Martins, neste momento, não fechariam a porta a um entendimento com os socialistas. Quanto à relação entre os socialistas e o PCP, tudo se torna muito mais complicado, porque passados quase 40 anos sobre os conturbados momentos do período pós-revolucionário de 75 e 76, as mazelas nunca sararam. A desconfiança é muito grande, de ambas as partes.

 Ontem mesmo li um artigo de opinião de Rui Tavares, na última página do jornal "Público" que se intitulava, "Eles não querem".
Sucintamente passo a  descrever aquele texto, com algum desalento, devo confessar. No Alto Minho, mais propriamente em Caminha, estes três partidos de esquerda chegaram a um pré-acordo, quanto à sua candidatura conjunta, nas autárquicas que se avizinham. Logo que alinhavaram o seu programa a apresentar aos eleitores daquela Câmara, deram indicação das suas intenções para os respectivos centros nevrálgicos em Lisboa. O que aconteceu depois, é a imagem real da possibilidade de acordos entre estes três partidos. Por razões de mera táctica e jogos palacianos, foi vedada essa possibilidade. Primeiro pensam nas suas vaidades e constrangimentos, só depois no País. Agora imaginem na hipótese remota de entendimento a nível...não vale a pena!!

Tudo isto não passa infelizmente de uma mera utopia, com culpas a dividir por estes três partidos de esquerda.